terça-feira, 13 de setembro de 2011

SAI UMA TÓNICA PARA ESTA REPÚBLICA










Os jornais andam pródigos em
comentar as medidas e mais "medidas" que o FMI e este governo andam a
fazer. A mais notória é a tónica do "fechar". Fechar "organismos",
fechar escolas, fechar hospitais, fechar empresas municipais, fechar
"um ciclo"... Se fecham é porque não devem estar abertas, em uso,
não deviam ter aberto; são, porventura, dispensáveis. Esta é a tónica
da República: abrir e fechar, à custa da despesa, porque pela despesa
se "fecha e se abre"... a seguir. Tenho pena é que, estes "eleitos",
não cheguem à conclusão que também devem fechar as Procuradorias, os
Supremos disto e daquilo, os Governos Civis (estes já foram), as
Chupadorias e toda a artilharia de presidências que se implantou nos últimos cem anos ao som dos tambores "é tudo nosso". No fundo estão a reconhecer a tónica
da República e do que esta é e se tornou, uma imensa avença de
interesses que borbulham nos brindes sigilosos, uma extensa
promiscuidade entre Pátria, Estado e propriedade privada, entre serviço
e carreirismo.






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